Saímos para Veneza, e logo no início descobri que esqueci a
bateria da fotográfica na mala, junto com o carregador. Se não fossem os
celulares...
A travessia de barco para Veneza durou perto de meia hora
num vaporeto. A volta, num barco maior foi 10 min mais rápido.
Veneza é impressionante. Foi construída sobre pilares e
sempre sofre com enchentes. Começamos pela Praça São Marcos, onde agora é
proibido alimentar os pombos. Vimos o palácio dos Doges; Doge era o dirigente
máximo da República de Veneza.
Piazza San Marcos
Na Piazza San Marcos vimos um relógio grande, bonito e diferente. Dizem que o construtor teve seus olhos furados após o trabalho para não fazer outro igual. Tem só um ponteiro e 24 números romanos, significando cada uma das 24 h.
No momento da foto o relógio marcava 10 h.
Davi estava ansioso para ver os canais e se irritava com as
inúmeras paradas de Regina e Mari nas lojas. Chegamos na famosa Ponte Rialto
após 50 minutos. Lá vimos uma turma de pequeninos, cada um com um chapéu onde
se lia seu nome. Davi e Diego brincaram com Sebastião! Fomos pelos becos e pontes, chegando à famosa Ponte do Rialto, onde tiramos muitas fotos.
Davi e Diego brincando com os Sebastiõezinhos....
Ao fundo a Ponte do Rialto.
Mari almoçou uma fatia de pizza Margherita...
...e nós outros almoçamos outras massas.
No almoço encontramos alguém parecido com...?
Alguém conhece?
E assim concluímos Veneza:
Uhuuuuuuuu! Como é bom viajar!
Seguimos viagem e avistamos a famosa cadeia de montanhas dos
Alpes, com neve no pico de alguns morros. Passamos por Cortina D’Ampezzo, ainda
na Itália, cidade que sediou as Olimpíadas de Inverno de 1956, e onde famosos
como Audrey Hepburn passavam temporadas. Fizemos uma parada para descanso e
esticar as pernas e Davi jogou num caça níquel, ganhando 100 Euros.
Montanhas show de bola!
Chegamos a Innsbruck, capital de Tirol, na Áustria (Österreich).
Fica numa parte dos Alpes chamada de Dolomita, que é uma rocha calcárea predominante
na região.
No hotel Regina não sabia como acender a luz do banheiro. O
interruptor estava do lado de fora e ela tava dentro, mexendo na porta do
banheiro. Eu disse que ela devia encostar a porta perto da banheira que
acenderia a lâmpada. Somente depois da segunda vez que “funcionou” é que ela
percebeu que era eu quem acendia e apagava a luz!
Neste dia cresceu ainda mais a simpatia por Lineuzinho e
família e também pela família de FF, na mesma medida da antipatia pela FFI. “I”
de Insuportável, de Intragante, de Imbecil e outros. A mulher de professor de
Chapatim também tá descendo fundo no ranking.
Fomos fazer um lanche no McDonalds, onde fomos atendidos por uma simpática advogada portuguesa.
























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