terça-feira, 23 de julho de 2013

Dia 12 (15/jul)

Venícius e Vanúzia, Vini Boy e Vanuzinha, Matias, Bete e Simone, Coronel Renno e Adriane, Rosalinda e Luiz, a porquinha e seu simpático, Cristina e o nada simpático Fernando, Theo e Maria Lúcia, a sergipana e seu amigo Marcos, a filha cara do pai... personagens da viagem: tchau!
Uhuuuuu! Viajar é bom demais!...
E voltar pra casa é melhor ainda!!!!

Dia 11 (14/jul)

Fomos a Versalhes. Vamos registrar alguns fatos históricos.
Ouvimos da guia mais uma referência ao Absolutismo: na França, quando as pessoas querem dizer enfaticamente que não vão esperar algo (ou alguém) dizem que “não vão esperar 107 anos”, tempo que durou o regime.
O Rei Henrique IV, protestante, converteu-se ao catolicismo com o objetivo de conquistar o apoio da maior parte da população. Ele disse: (Paris vaut bien une messe" (Paris vale bem uma missa).
Luís XIII era gay. Seu filho, Luís XIV, o Rei Sol, falou “L'Etat c'est moi”. Credita-se a ele também a frase "Eu quase que esperei". Dizia isso, mesmo com todas as suas carruagens chegando à hora marcada, o que demonstra bem o caráter absolutista e a visão que ele tinha de si mesmo. Construiu o Palácio dos Inválidos e o luxuoso Palácio de Versalhes, perto de Paris, onde faleceu em 1715, de gangrena, poucos dias antes de seu septuagésimo sétimo aniversário e com 72 anos de reinado - o mais longo reinado e governo do mundo ocidental. Quem o sucedeu foi um bisneto, pois todos os filhos e netos morreram antes dele. Luís XVI, neto do XV, foi guilhotinado.
Hotel de Ville significa Casa da Cidade, ou prefeitura.
Blog também é cultura!
Matheus e Regina na frente do jardim de Orangerie (das Laranjeiras).

O mesmo jardim....

Coreografia de Davi

Entrada de Versalhes

Nos jardins de Versalhes, podendo ver ao fundo uma obra moderna (pra dar uma chance aos artistas atuais)

Avançando para os jardins...

O mesmo jardim... (laranjeiras)

Jardim central

Jardim central

Jardim central

Fundo do palácio, de onde se tinha a vista do jardim central

Este o central

Portão de entrada

Quarto do Rei


Terminando o dia...


Trabalho infantil: o menino não parava!


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Dia 9 (12/jul)

Viagem para Paris, passando por Bruges (Bélgica), conhecida como Veneza do norte. Gostei de ver os chocolates, o povo andando de bicicleta, o mercado de peixes.
Chegamos a Paris por volta das 17 h. Arriamos as malas e seguimos direto para o Quartier Latin, de metrô. Havia uma conexão na estação Montparnasse Bienvenue, lotada. Saímos e fomos de taxi, onde descemos na esquina das avenidas Saint Michel e Saint Germain. Caminhamos pela Notredame, margens do Sena, Louvre, passamos pela ponte dos cadeados, onde Diego fez juras de amor por kalyne, igrejas Saint Germain des Pres, Saint Sulpice e jardim de Luxemburgo (estava fechando na hora que chegamos). Durante o percurso tínhamos um ponto e vírgula, Regina, que mancava bastante (mas queria o jardim de Luxemburgo). Terminamos jantando no Quartier Latin, tendo escargot como entrada, que fez sucesso. Na volta vimos um passeio de patins, com muita gente.

Bem vindo a Bruges!
Chocolatinhos pra todos os gostos!



Caranguejo e camarão!

Peixe?
Praça central   

O povo anda de bike!

Que cachorrão simpático!

Taí porque chamam de Veneza do norte.

Tchau Bruges!
Chegamos à cidade Luz!

Comendo baguete na rua, no Quartier Latin!

Notre Dame

Juras eternas!
Diego e Kalyne



 

Pausa pra ponto e vírgula atualizar instagram!

Aguardando o jantar.

Ele chegou!!!!


 

Show!





Dia 8 (11/jul)


Saímos de Lucerna e passamos pela Basiléia (Basel), que é o segundo núcleo urbano da Suiça. Tem uma universidade histórica, onde estudou Erasmo de Roterdã (famoso humanista). Ali tem instaladas principais indústrias farmacêuticas: vimos a Roche e Novartis. O rio Reno passa por lá, e deságua em Roterdã, no mar do Norte. Era neste rio por onde escoavam os produtos romanos. Na área da Basiléia temos três fronteiras, entre França, Suíça e Alemanha.
Seguimos viagem passando pela região de Strasbourg (França), chegando ao Grão Ducado de Luxemburgo, cuja capital é Luxemburgo. O local tem minas de ferro. Chama a atenção pelas muralhas (40 m de altura ou profundidade e fortalezas, que foram usadas nas duas grandes guerras como refúgio. Lá se fala o francês e o alemão. Encontramos um festival de verão, com uma banda inglesa se apresentando numa praça, muito animado.
Continuamos na estrada (viagem longa!) par alcançar a Bélgica, terra da batata frita e cervejas. Bruxelas (Brussels) também é conhecida por chocolates e bombons, Godiva e Leônidas. Tem um wafer típico. No centro de Bruxelas fomos ver “o menino fazendo xixi”. As lendas são: era filho de um rico comerciante que se perdeu e foi achado daquele jeito; a outra diz que foi um menino que estava apagando incêndio em sua casa. Nada demais, mas como turista é besta, tinha um monte tirando foto (e eu também, claro!). Havia lá também um dia de música, na praça da prefeitura: impressionante! Praça muito bonita, prédios lindos, música excelente. Deu vontade de ficar.
Todo o grupo brincava com a guia Cristina, respondendo à sua pergunta se estava "tudo béim?" com um muito "béim!". 

Em Luxemburgo também tem lista de presentes nas lojas.

Estamos na frente da prefeitura de Luxemburgo.

De sentinela!


Fomos recebidos por uma banda inglesa. Era festival de verão!

Daí pra baixo podíamos ver a altura/profundidade das muralhas e um jardim.

Em Bruxelas, dizem que este menino fazendo xixi é famoso! Que tinha gente que só pra tirar foto tinha! Êta povo besta é turista!

Wafer local...

...de arregalar os óio!...


...e tem que conferir se sobraram todos os dentes!

Praça principal de Bruxelas, com um show de rock!

A de saia azul era a mais animada!
Pra Mari ver o povo.

O jantar em Brussels!