terça-feira, 16 de julho de 2013

Dia 10 (13/jul)


Iniciamos o dia com um city tour com a guia Pascale. Passamos pelo hotel Shangri-la onde a diária da principal suíte é 21 mil euros. Passamos pela Champs Elysees ou Campos Elíseos, que significa “caminho que leva ao paraíso”. Visitamos vários monumentos, dentre eles a torre Eiffel, Casa dos Inválidos e sua capela São Luís dos Inválidos, onde está sepultado Napoleão Bonaparte, Arco do Triunfo, Ópera, Galeria Lafayete e vários outros. Vimos Ferrari para alugar por 89 euros por 20 minutos; ficou para a próxima! Na cidade Luz, pra todo lado que olhamos vemos história. O Quartier Latin, onde fica a universidade de Sorbone, tem este nome porque naquela escola o ensino era feito em latim e seus alunos falavam este idioma também nos arredores.
Obviamente não podíamos deixar de visitar o Louvre! Por cerca de 1,5 h caminhamos por partes do museu, registrando a Vênus de Milo e La Gioconda! Ali a guia nos disse porquê até hoje falamos em “por a mesa” quando se serve as refeições: houve uma época em que a mesa não estava montada todo o tempo como hoje, então primeiro se montava a mesa (por a mesa) e depois servia-se as refeições.
Os franceses estavam comemorando naquele final de semana, precisamente no domingo 14, a Tomada da Bastilha, que foi um levante popular contra o poder absoluto do rei. Luís XVI foi preso e 4 anos depois foi guilhotinado. A Bastilha era a prisão para onde se mandava aqueles que o rei condenava, sem nenhum processo legal. Foi o fim do Absolutismo. A Revolução Francesa completou em 14 de julho de 2013 seus 224 anos. Assim, a cidade estava em festa.
Coroamos o dia com um jantar na Torre Eiffel, reservado com antecedência no Brasil. Saímos “engomadinhos” do hotel e pegamos o metrô. Eu estressado preocupado com o horário (deveríamos chegar ao pé da torre as 8:30 h) e Davi estressado por estarmos bem vestidos e usando o metrô. Eu disparava na frente, o ponto e vírgula de salto alto capengando atrás...Davi interveio junto a mim em favor da mãe: “pai, tem que esperar os outros!”, e teve como resposta um “que nada! Temos horário e vamos seguir!”. Chegamos no quiosque de recepção do restaurante na base da torre, onde já havia filas grandes, pegamos nossos ingressos para subida que nos davam acesso privilegiado (por ter sido agendado pelo restaurante) e subimos, chegando à nossa mesa por volta das 21:20 h. Acabou o estresse! Espetacular! Bebemos champanhe, vinho Chateneuf-du-Pape, entradas de belle gamba snackée (camarão), saumon fumé e foie gras de canard (ver vídeo do pedido em francês feito por Matheus). Os pratos principais foram saumon a la plancha, filet de daurade, suprême de volaille rôti (frango ousado) e gigotin d’agneau à la plancha (perna de carneiro - fantástico). Sobremesas: profiterole e Déclinaison autor du chocolate Jivara . Após o jantar, no nível do restaurante, vimos toda a cidade, iluminadíssima, com fogos de artifício em vários locais como preparativos para a festa nacional do dia seguinte. Vários raios laser no trocadeiro (em frente à torre, do outro lado do Sena). A torre tem um pisca que funciona por cinco minutos a cada hora certa. Em baixo, uma multidão, à qual nos juntamos. Saímos de lá pouco depois da meia noite. Por falar em noite, até as 22 h havia luz do dia; pouco depois é que começamos a ver a noite! 

Le petit dejeunere por Matheus


Jardim de Luxemburgo












O almoço de Mari


Ópera

Os engomadinhos do metrô!

Restaurante na Torre Eiffel

Pedido das entradas!

Foie gras de canard 

Belle gamba snackée 

Suprême de volaille rôti 

Saumon a la plancha

Filet de daurade

Gigotin d’agneau à la plancha


Déclinaison autor du chocolate Jivara


Profiterole











Show de luzes no Trocadero visto do alto da torre.


Nenhum comentário:

Postar um comentário