sábado, 21 de maio de 2011

Dia 11 (21/mai/2011)

Hoje foi um dia muito bom! O city tour começou por um grande parque: os jardins do palácio real. Tio Luciano mais uma vez demonstrou que turista é mesmo uma raça besta: ver um parque e dizer: "ohhhhh! Que coisa linda!". Imagine se estivessem num parque de Aracaju! Realmente...mas foi show de bola.

Do meu apto tínhamos uma vista maravilhosa de um grande edifício, que é o Centro de Cultura. Os poloneses mais velhos não gostam dele, pois foi um presente dos russos, que apesar de os terem libertado no final da guerra, passaram um bom tempo lhes oprimindo depois. Vistas de dia e noite:


Tio Luciano ouvindo atentamente as explicações da guia sobre os jardins do palácio real. Vocês acham que ele tava gostando?

Pausa para discussões filosóficas:

E se o jardim era do palácio real, um casal real:

Na entrada de Varsóvia, no tempo da sua fundação:

Pausa para um papo, uma cerveja, alguns pierogis, na praça da sereia, no café Fulkier:


Na entrada do palácio real:

Fechando a noite, e a estadia em Varsóvia, um jantar de gala, regado a vinho francês, água mineral Perrier, costeleta de cordeiro para eles, salmão e penne para elas.



Voltando para o hotel:

Meu apto, recebendo Naira para um balanço do dia. Vê-se parte do aposento real (é o fraco!!!)

E agora, enquando Regina arrumava as malas, já lavei mão já lavei ...bem vocês já sabem! Tchau!

Dia 1 (11mai2011)

A viagem correu bem, exceto o extravio de bagagem.

O acarajé de SSA.


No aeroporto de Munique.


No hotel em praga, comendo Goulash com cerveja:
Até mais!!!!

Dia 10 (20/mai/2011)

Neste dia fizemos o deslocamento de Cracóvia até Varsóvia, passando por Auschwitz I e II, Chzestochowa (Cidade da Virgem Negra).
Auschwitz I foi o primeiro campo, onde os nazistas começaram. Lá eles tinham a central de administração, confinavam os prisioneiros, os faziam trabalhar e também matavam e cremavam. Só que o número de prisioneiros cresceu demais e fizeram mais alguns campos.
O Auschwitz II, conhecido como campo de Birkenau, era sim um campo de extermínio, com inúmeros barracões para manter os condenados até o dia da morte.
Em seguida, passamos pelo santuário da Virgem Negra. Semelhante ao nosso de Aparecida, em São Paulo.
Chegamos muito cansados em Varsóvia, após cerca de 13 h. Claro que devido às paradas. Vamos às fotos, com pequenos comentários, pois Auschwitz e Birkenau são realmente tristes. É igualzinho ao que vemos em filmes...

A entrada de Auschwitz I, onde se lê: "Arbeit Macht Frei", que significa "O Trabalho Liberta". Com isso os nazistas davam falsa esperança aos prisioneiros; na verdade, eles trabalhariam até morrer, e assim se libertariam.
Vista geral dos blocos onde os prisioneiros eram mantidos.

Informações gerais sobre Auschwitz: mais de 1,1 milhão de pessoas morreram lá.

Objetos dos prisioneiros:


Objetos de uma criança:

Mala de uma criança (Petr Eisle) nascida em 20mar1942:

Mala de um farmacêutico:

Muro para fuzilamento:

Câmara de gás:

Forno crematório em Auschwitz I:

Cercas eletrificadas:

Entrada de Auschwitz II - Birkenau. Lá, os prisioneiros chegavam de trem, e alguns deles iam direto para as câmaras de gás e fornos crematórios:

Os blocos com as prateleiras: em cada uma delas dormiam até 5.

A partir daqui, imagens de Chzestochowa (nome da cidade):

Imagens dos pais do Papa João Paulo II:


Chegamos ao hotel, onde terminamos o dia no ap de tio Luciano, com queijo, vinho e fofoca.
Em seguida, lavei mão, lavei pé e fui me deitar!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Dia 9 (19/mai/2011)

Prá não esquecer, vou começar registrando as moedas que estão fazendo a maior confusão: na República Tcheca temos a Coroa Tcheca, na Hungria o Forint e na Polônia o Zlote (lê-se slote). O câmbio não é bom nem pensar...
Outra coisa que nos confunde e vale registrar: as línguas húngara e polonesa. Muito estranhas. A húngara não dá prá pescar nem um "não".
Dito isto, vamos ao resumo do dia. Logo cedo, por volta das 7 h, fomos visitar uma grande atração local: a mina de sal de Wieliczka, que está desativada, mas tem mais de 700 anos. Agora explora o turismo. Descemos até 135 m, em pequenos elevadores, e lá vemos como era a exploração do sal. Nas horas de folga os mineiros esculpiam estátuas de sal, que deram fama ao local. Há também câmaras para festas, casamentos consertos e principalmente tirar dinheiro do turista. E fazem também tratamento de saúde; é tão procurado que há fila de 2 anos (é o SUS).
Aguardando para descer na mina:

Descendo no mini elevador. Regina se sentiu uma mineira Chilena. Mamãe chegou ao fundo tonta.

Aguardando orientações no interior da mina:


As estátuas de sal e alguns bonecos:



Após a mina fomos para o centro histórico. Vimos igrejas históricas (onde o Papa João Paulo II foi sagrado Bispo de Cracóvia) e outras antiguidades. Teve também o mercado, onde o turista faz a festa!




Deixamos elas nas compras e fomos para o bar. Bebemos a cerveja fabricada na Polônia mais famosa: a Tyskie.


Quando começamos a gostar, chegam elas com suas sacolas, falando dos copinhos, tirando suas jóias de ambar, camisetas...êta feira! Nem lembraram que estavam com fome ou sede até que perguntássemos. Aí pararam de mostrar as compras e disseram que queriam comer "aquele negócio típico daqui!". É o tal do "pierogi" (tá escrito em português). Trata-se de uma espécie de pastel cozido, delicioso!! (hummmm, tá certo!!). Comemos 20!

Tio Luciano e Naira continuaram no centro e nós outros pegamos um bonde e fomos para o hotel. Deixei as meninas e fiz uma corrida de 10 km às margens do rio Vístula (Wista).

Fomos para um jantar e show de músicas folclóricas locais, mas esqueci de levar a fotográfica. Registramos noutra que não podemos baixar agora; fica prá depois.
E agora "já lavei mão, já lavei pé vou me deitar".

PS.: E para quem está pensando que não estou tomando banho, com esta estória de mão, pé e deitar, depois vou contar o que significa! Até lá soltem a imaginação!