Prá não esquecer, vou começar registrando as moedas que estão fazendo a maior confusão: na República Tcheca temos a Coroa Tcheca, na Hungria o Forint e na Polônia o Zlote (lê-se slote). O câmbio não é bom nem pensar...
Outra coisa que nos confunde e vale registrar: as línguas húngara e polonesa. Muito estranhas. A húngara não dá prá pescar nem um "não".
Dito isto, vamos ao resumo do dia. Logo cedo, por volta das 7 h, fomos visitar uma grande atração local: a mina de sal de Wieliczka, que está desativada, mas tem mais de 700 anos. Agora explora o turismo. Descemos até 135 m, em pequenos elevadores, e lá vemos como era a exploração do sal. Nas horas de folga os mineiros esculpiam estátuas de sal, que deram fama ao local. Há também câmaras para festas, casamentos consertos e principalmente tirar dinheiro do turista. E fazem também tratamento de saúde; é tão procurado que há fila de 2 anos (é o SUS).
Aguardando para descer na mina:
Descendo no mini elevador. Regina se sentiu uma mineira Chilena. Mamãe chegou ao fundo tonta.
Aguardando orientações no interior da mina:
As estátuas de sal e alguns bonecos:
Após a mina fomos para o centro histórico. Vimos igrejas históricas (onde o Papa João Paulo II foi sagrado Bispo de Cracóvia) e outras antiguidades. Teve também o mercado, onde o turista faz a festa!
Deixamos elas nas compras e fomos para o bar. Bebemos a cerveja fabricada na Polônia mais famosa: a Tyskie.
Quando começamos a gostar, chegam elas com suas sacolas, falando dos copinhos, tirando suas jóias de ambar, camisetas...êta feira! Nem lembraram que estavam com fome ou sede até que perguntássemos. Aí pararam de mostrar as compras e disseram que queriam comer "aquele negócio típico daqui!". É o tal do "pierogi" (tá escrito em português). Trata-se de uma espécie de pastel cozido, delicioso!! (hummmm, tá certo!!). Comemos 20!
Tio Luciano e Naira continuaram no centro e nós outros pegamos um bonde e fomos para o hotel. Deixei as meninas e fiz uma corrida de 10 km às margens do rio Vístula (Wista).
Fomos para um jantar e show de músicas folclóricas locais, mas esqueci de levar a fotográfica. Registramos noutra que não podemos baixar agora; fica prá depois.
E agora "já lavei mão, já lavei pé vou me deitar".
PS.: E para quem está pensando que não estou tomando banho, com esta estória de mão, pé e deitar, depois vou contar o que significa! Até lá soltem a imaginação!